Tem concessionária que enxerga o balcão de peças como um setor de atendimento. E tem concessionária que entende que ali, todos os dias, acontece venda de verdade. Foi essa segunda visão que levou a Áster, uma das maiores concessionárias John Deere de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a trazer Janderson Santos, o Mago das Vendas, para um treinamento de vendas in company com os seus consultores de peças.
Com 11 unidades espalhadas pelos dois estados, a Áster sabe que peça original é muito mais que reposição: é a garantia de que a máquina do produtor não para no meio da safra. O desafio proposto foi claro e ambicioso — transformar quem atende o balcão em quem conduz a venda, da abertura ao fechamento. E foi exatamente isso que o treinamento SOS Vendas entregou, durante um dia inteiro de imersão.

O Desafio
Consultor de peças não é tirador de pedido: é vendedor
No balcão de peças de uma concessionária agrícola, o consultor vive uma armadilha silenciosa: como o cliente já chega pedindo o item, é fácil cair no modo automático — informar preço, emitir o orçamento e esperar o próximo. O problema é que, nesse modelo, quem decide a venda é sempre o preço. E, quando é só preço, a concessionária compete no pior terreno possível: contra a peça paralela e contra o “vou pesquisar”.
A Áster queria mudar essa lógica. O objetivo do treinamento in company foi elevar o consultor de peças de atendente reativo para vendedor consultivo, capaz de conduzir o cliente por uma jornada completa. As frentes de trabalho:
- Sair do atendimento passivo — deixar de esperar o cliente pedir e passar a provocar a próxima compra.
- Conduzir da abertura ao fechamento — dominar cada etapa da venda, e não apenas informar o preço no fim.
- Trabalhar valor antes de preço — mostrar por que a peça original e o atendimento especialista valem mais.
- Reativar e ampliar — resgatar clientes inativos e aumentar o tamanho de cada pedido.
A Solução
Um treinamento in company desenhado para a realidade da Áster
A escolha por um treinamento de vendas in company não foi por acaso. Diferente de um curso genérico de prateleira, o formato in company é construído dentro da empresa e para a empresa: o conteúdo fala a língua do agronegócio, usa os exemplos do dia a dia do balcão de peças e ataca as dores reais daquela equipe. Foi um dia inteiro de imersão, com os consultores mergulhados no método e praticando cada etapa.
O conteúdo aplicado foi o SOS Vendas — os 7 passos da venda consultiva, a metodologia autoral de Janderson Santos que organiza a venda em uma sequência lógica. A ideia que abre o treinamento resume a filosofia: “venda tem lógica; existe uma ordem, e quando a gente pula uma etapa, a venda não quebra ali — ela quebra lá na frente, na hora do preço”.
O Método
Da abertura ao fechamento: os 7 passos do SOS Vendas
O coração do treinamento foi conduzir cada consultor por todas as etapas de uma venda bem feita — para que a roda das vendas gire sem furos, já que o resultado é sempre limitado pelo passo mais fraco, não pelo mais forte.
1. Marca — quem vende antes do que se vende
O cliente julga o consultor antes de ele abrir a boca. O passo 1 trabalhou a marca pessoal: deixar de ser “mais um vendedor” para ser percebido como especialista em peças, aquele que domina o produto a ponto de dar aula sobre ele.
2. Movimento — quem não é procurado, procura
Aqui a equipe entendeu que quatro das cinco fontes de contato dependem só da iniciativa do consultor: prospects, clientes ativos, clientes inativos e follow-up. Quem vive só da fonte passiva (o cliente que aparece) fica refém do movimento do mercado.
3. Abordagem — os 30 segundos que valem a venda
Rapport, sorriso, uso do nome do cliente e uma regra de ouro para mensagem e telefone: nunca mandar um preço sozinho. Atendimento fraco faz o cliente enxergar só preço; atendimento forte é margem.
4. Diagnóstico — pergunte antes de orçar
“Quem responde só o preço virou tabela. E tabela não argumenta.” Os consultores treinaram a fazer as perguntas certas antes de passar valor — descobrir situação, problema, urgência e o ganho que o cliente busca — para recomendar com propriedade.
5. Valor — sem valor percebido, tudo é caro
O passo que sustenta a margem: mostrar a vantagem concreta de comprar a peça original ali, com aquele especialista, antes de qualquer número. É o que conduz o cliente pela “linha da certeza”, de 0 a 10.
6. Objeção — o que fazer com o “tá caro” e o “vou pensar”
Em vez de travar diante das objeções clássicas, a equipe saiu com repertório para contornar preço e adiamento — os dois maiores ladrões de venda no balcão.
7. Fechamento (e o Giro) — pedir a venda e garantir a próxima
Fechar é pedir a venda com naturalidade, ampliar o pedido e garantir o retorno. E o “Giro”, o pós-venda, é o que devolve o cliente ao início do ciclo e transforma uma venda avulsa em cliente ativo e recorrente.
A Base
Antes da técnica, a mentalidade
Nenhuma técnica é aplicada por uma cabeça que não mudou. Por isso o treinamento começou pela mentalidade, com a lógica que virou o fio condutor do dia: mentalidade muda comportamento, comportamento muda ação, ação muda resultados — e resultados mudam uma vida. A provocação central foi tirar o consultor da “síndrome de quem reclama” (a culpa é do preço, do mercado, do concorrente) e devolver a responsabilidade para as próprias mãos — porque, enquanto a culpa for do outro, ele vai continuar fazendo a mesma coisa.
Foi com essa base que a frase repetida durante o treinamento fez sentido para cada um: “eu vendo todas as vezes”. Às vezes o cliente não leva — mas o consultor não entra em um atendimento “mais ou menos”; ele entra para vender.
O Contexto
No agronegócio, peça parada é prejuízo — e venda bem feita é confiança
Vender peças para o produtor rural tem uma particularidade que eleva a régua do atendimento: quando uma máquina para no meio da colheita, cada hora custa caro. O consultor de peças da Áster não vende apenas um item — ele vende a certeza de que a operação do cliente não vai parar. Isso torna a venda ainda mais consultiva: é preciso entender a urgência, a máquina, o momento da safra e recomendar a solução certa, não apenas a mais barata.
É justamente aí que o método faz diferença. Um consultor que domina a jornada da venda transmite autoridade técnica, gera confiança e defende o valor da peça original em vez de entrar na guerra de preço com a paralela. Foi essa transformação — de tirador de pedido para especialista de confiança — que o treinamento in company SOS Vendas trabalhou com a equipe da Áster, unindo técnica de vendas e o conhecimento do agro que aquele público já domina.
Registros
Um dia inteiro de SOS Vendas na Áster
Energia, prática e material na mão: um pouco do que rolou no treinamento in company com a equipe de peças da Áster.





O Resultado
Feedbacks incríveis — e um convite para voltar
O saldo do dia foi exatamente o que a Áster buscava: consultores que saíram enxergando o próprio trabalho de outra forma — não mais como quem tira pedido, mas como quem conduz uma venda do início ao fim. Os feedbacks foram incríveis, a equipe abraçou o método, e o resultado mais eloquente é o próximo passo: Janderson Santos já foi convidado a voltar à Áster em breve, para um novo treinamento. Poucas provas de qualidade são mais fortes do que a empresa querer a segunda rodada antes mesmo de a primeira esfriar.
“O resultado que você não tem hoje está no conhecimento que você ainda não executou. Consultor de peças que domina o método não vende preço — conduz a venda da abertura ao fechamento.”
Janderson Santos
o Mago das Vendas
Por que in company
Por que o treinamento de vendas in company entrega mais resultado
O caso da Áster mostra na prática a força do formato. Um treinamento in company personaliza o conteúdo para o produto, o cliente e a cultura da empresa — o consultor não precisa “traduzir” uma teoria genérica para a própria realidade, porque o exemplo já é o dele. Além disso, treinar a equipe reunida cria uma linguagem comum: todos passam a vender pelo mesmo método, o gestor cobra pelo mesmo padrão e o resultado aparece no balcão inteiro, não em um vendedor isolado.
Esse mesmo tipo de entrega já transformou equipes em outras empresas — como no case da Conexão Alcif Mais, com gerentes regionais, e na convenção de vendas da Nutribras Alimentos. Seja no balcão de peças, na convenção ou no palco de uma palestra para convenção de vendas, a lógica é a mesma: método que vira comportamento e comportamento que vira resultado.
Leve o SOS Vendas para a sua equipe
Quer transformar o seu time comercial — do balcão à rua — em vendedores consultivos que conduzem a venda da abertura ao fechamento? Fale com a equipe do Janderson Santos e receba uma proposta de treinamento in company personalizada.
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